Entrevista bandas MORGAN LE FEMME e ALCAPHONES

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ROCK START) Como foi o show da MORGAN LE FEMME no Rock Start de 25/6?

MORGAN LE FEMME) O show da Morgan no Rock Start nos proporcionou muita diversão. A organização foi extremamente receptiva e calorosa, nos sentimos em casa. O público se mostrou íntimo da banda, fazendo com que todo o show fluísse de forma intensa e natural. O clima de descontração era predominante, nos sentimos à vontade para interagir com o público e vice-versa. Com certeza, foi um grande momento!

RS) O que a banda achou do projeto Rock Start (idéia, estrutura, organização, material de divulgação, etc.)?

MLF) O Projeto Rock Start é uma realização de bastante importância para as bandas independentes, que tanto batalham por espaço. A organização tem a sensibilidade de promover os shows com real comprometimento, abraçando verdadeiramente a causa das bandas, focada na arte acima de todo o resto. É por essa e outras razões que nos sentimos felizes em participar de um projeto tão bem pensado como o Rock Start.

RS) Quais os próximos projetos da MORGAN LE FEMME (shows, gravações, etc.)?

MLF) A Morgan Le Femme está em processo de estabilização em termos de músicas autorais, temos nos envolvido bastante na composição de novas canções e tem sido muito empolgante lidar com isso. Nossa primeira gravação, o EP “Verde“, será lançado virtualmente dia 4 de Julho pela Timbre Noise, levando ao público quatro das nossas músicas. A fase tem sido bastante estimulante para a banda e vemos possibilidades novas a cada momento – estamos realmente animadas.

RS) Deixem uma mensagem para as bandas independentes gaúchas e para o público:

MLF) As bandas independentes têm mostrado cada vez mais amor pela camisa, enfrentando o que for preciso para levar seu som ao mundo. O que devemos fazer é manter esse espírito de resistência e abrir espaço para a música independente, aproveitando as oportunidades oferecidas por projetos como o Rock Start para levar a cena pra frente. Manter uma banda é muito complicado, não só em termos de sustentação financeira mas também em termos de compatibilidade pessoal entre os integrantes de uma banda. É preciso perseverar, insistir e fazer valer o amor pela música acima de tudo. Com isso não só as bandas se favorecem, mas também o público, que passa a apreciar músicas feitas por pessoas comprometidas com seus objetivos, músicas de pessoas que batalharam cada passo do caminho. A trajetória da banda é parte da mensagem de sua música e é isso que faz a cena independente tão rica.

 

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ROCK START) Como foi o show da ALCAPHONES no Rock Start de 25/6?

ALCAPHONES) Para a Alcaphones, foi um show em que nos sentimos muito à vontade – isso pela boa recepção que tivemos do pessoal da organização e do público. E dividir o palco novamente com a Morgan Le Femme sempre é bom, as gurias além de talentosas são muito divertidas.

RS) O que a banda achou do projeto Rock Start (idéia, estrutura, organização, material de divulgação, etc.)?

ALC) Essa resposta não falo só em nome da Alcaphones, mas sim de todas as bandas independentes que necessitam de um tipo de iniciativa de um projeto como esse, com uma ótima estrutura e que se compromete a “ajudar” as bandas a terem seu espaço. A Alcaphones parabeniza novamente a Rock Start pelo belissímo trabalho, que nos deixa muito felizes por ter participado desse evento.

RS) Quais os próximos projetos da ALCAPHONES (shows, gravações, etc.)?

ALC) Temos muitas ambições para 2009 – algumas já se concretizaram, outras estão se concretizando, e esperamos que alguns dos projetos ainda sejam realizados durante este ano. Como, por exemplo, a regravação do single Lady Rosa, que está no processo de finalização, juntamente com três música inéditas.

RS) Deixem uma mensagem para as bandas independentes gaúchas e para o público:

ALC) As bandas independentes estão todas batalhando para buscar “o seu lugar ao sol”, então não podemos deixar isso terminar, temos que nos unir – tanto as bandas como o público que comparece nos shows e as pessoas que fazem os shows acontecerem, como o projeto Rock Start, que abriu as portas para que inúmeras bandas independentes mostrassem o seu trabalho. Que as bandas não desistam logo na primeira barreira que encontrarem, pois não é fácil para ninguém por muitos motivos conseguir esse lugar ao sol.

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Entrevista banda TANLAN

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ROCK START) Como foi o show da TANLAN no Rock Start de 4/6?

TANLAN) Foi sensacional! Quem faz o show é a galera, e o pessoal compareceu. Foi muito legal ver o pessoal das outras bandas por lá também, prestigiando o trabalho uns dos outros. Tocar com a Reverso Revolver, que é uma banda da qual a gente gosta muito, também foi sensacional. O bar dá um clima todo especial, com aquele monte de vinil e memorabilia dos mestres do rock… é o verdadeiro Hard Rock Café brasileiro!

RS) O que a banda achou do projeto Rock Start (idéia, estrutura, organização, material de divulgação, etc.)?

TL) O projeto Rock Start é tudo que as bandas independentes reclamam que não tem e agora tem. Lugar pra tocar sem custo algum, som, flyers de divulgação, etc. Quem gasta e faz o trabalho é o projeto, e as bandas só tem que se puxar pra arrastar um pessoal lá pra dentro, num lugar que por si só já é sensacional. O Rock Start é a primeira iniciativa realmente interessada em ajudar os pequenos sem querer nada em troca, sem letras miúdas, sem golpe e falcatruas. Parabéns pela idéia e pelo projeto e obrigado em nome das bandas pelo que já foi feito.

RS) Quais os próximos projetos da TANLAN (shows, gravações, etc.)?

TL) Estamos agendando um show no Dr. Jekkyll e estamos trabalhando na pré-produção de um videoclipe. Fora isso é tocar, tocar e tocar. Temos planos de subir no mapa e ir divulgar o som em SP pro segundo semestre.

RS) Deixem uma mensagem para as próximas bandas participantes do Rock Start e para o público:

TL) Pra fazer Porto Alegre ser realmente uma cidade roqueira, a única maneira é as bandas se ajudando, causando um movimento juntas, pra que haja uma tradição de se prestigiar bandas novas. Quando as bandas começarem a prestigiar umas às outras, o público e a mídia vão aparecer e todos crescerão juntos. E para o público em geral: parem de ouvir música eletrônica, samba e pagodeira e prestigiem a nova safra de bandas de Rock excelentes que se apresentam toda quinta no Rock Start!

Entrevista banda REVERSO REVOLVER

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ROCK START) Como foi o show da REVERSO REVOLVER no Rock Start?

REVERSO REVOLVER) Foi simplesmente incrível – o som estava perfeito, a parceria com a Tanlan não poderia ter sido melhor e a galera agitou bastante e compareceu, mesmo numa quinta de muito frio.

RS) O que a banda achou do projeto Rock Start (idéia, estrutura, organização, material de divulgação, etc.)?

RR) Muito bem organizado, estão todos de parabéns! A preocupação com o bem estar dos músicos, a seriedade e o compromisso da produção são admiráveis, o local é simplesmente fantástico – bem longe da realidade de uma Porto que não andava muito alegre. Impecável a pontualidade de entrega dos materiais de divulgação… enfim, só temos elogios para poder explicar o projeto.

RS) Quais os próximos projetos da REVERSO REVOLVER (shows, gravações, etc.)?

RR) Começar a divulgação do nosso primeiro clipe (música “Setembro”), gravado em parceria com a Baxada Nacional Filmes. Alguns shows que estão por vir e algumas grandes coisas que podem ainda acontecer esse ano, mas que não podem ser comentadas, senão perdemos essa grande coisa.

RS) Deixem uma mensagem para as próximas bandas participantes do Rock Start e para o público:

RR) Primeiro para o público: MUITO OBRIGADO A TODOS VOCÊS! Sem vocês, não existiriam bandas novas, sem vocês não se teriam shows e, muito menos, tanta alegria com a música como temos. Para as bandas: aproveitem pessoal, porque o Rock Start vale à pena – é o mais próximo da perfeição que uma banda independente pode chegar!

Entrevista banda RADIOSTEREO

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ROCK START) Como foi o show da RADIOSTEREO no Rock Start?

RADIOSTEREO) O show foi muito bom. Um ambiente muito bacana, palco legal, muitos amigos foram para ver a banda e também trocamos várias idéias com a galera da outra banda da noite, a Raio Choque.

RS) O que a banda achou do projeto Rock Start (idéia, estrutura, organização, material de divulgação, etc.)?

RD) Acho que o Rock Start é o projeto que faltava para as bandas independentes de Porto Alegre. Devido à enorme quantidade de bandas e à falta de lugares para tocar, o projeto consegue agregar um belo espaço, com uma baita estrutura em um lugar novo para as bandas e, especialmente, para o público de rock da capital. Acho que a idéia do Rock Start é muito bacana e tem tudo para crescer cada vez mais.

RS) Quais os próximos projetos da RADIOSTEREO (shows, gravações, etc.)?

RD) A banda está em fase de pré-produção do nosso primeiro clipe. Estamos estudando roteiro, lugares e até pensando em fazer algo interativo com os nossos fãs para, quem sabe, escolher os personagens desse clip. Mas como é nosso clipe de estreia, estamos fazendo tudo com muito cuidado, porque queremos fazer algo de impacto, já que se trata da nossa música de trabalho “Desilusão” que está tocando em várias rádios do sul do país, então temos que caprichar. Além disso, estamos fazendo testes para novo tecladista da banda – quem estiver interessado pode entrar em contato através do nosso e-mail radiostereo@hotmail.com e também add no MSN. Temos alguns shows agendados pelo interior do estado e também na capital.

RS) Deixem uma mensagem para as próximas bandas participantes do Rock Start e para o público:

RD) O recado que a gente deixa para as bandas é que aproveitem o baita espaço que o Rock Start oferece e que levem a sua galera no Revolution Pub, pois vale à pena mesmo. E deixamos aqui o nosso agradecimento para a Drika, o Jairo e toda a galera do projeto – com certeza, em breve, nos encontraremos por ai. Acessem nosso MySpace (http://www.myspace.com/radiostereooficial) e nosso Blogger (http://www.radiostereo.blogger.com.br) e fiquem por dentro das novidades da Radiostereo. Abraços a todos!

Entrevista banda BALLAHALLS

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ROCK START) Como foi o show da BALLAHALLS no Rock Start?

BALLAHALLS) Foi superlegal! Deu pra ver o público dançando nossas músicas e isso dá um baita ânimo pra quem faz show com trabalho autoral.

 

RS) O que a banda achou do projeto Rock Start (idéia, estrutura, organização, material de divulgação, etc.)?

BH) A estrutura é ótima, e o lugar é superbacana sob todos os aspectos: espaço no palco, ambiente com clima de pub e, lógico, cerveja da melhor qualidade! A organização do Projeto também impressiona – não houve improvisos e tudo funcionou como planejado. Deu pra notar, também, o empenho do Projeto em divulgar, com boa antecedência, a banda e o show.

 

RS) Quais os próximos projetos da BALLAHALLS (shows, gravações, etc.)?

BH) Agora, estamos focados no lançamento do CD da Balla, que ocorrerá no dia 23 de julho no Sgt. Peppers. Quem quiser ouvir uma prévia, há seis canções no www.myspace.com/ballahalls. Estamos preparados com uma boa estrutura de equipamentos, assessoria de imprensa e produção pra fazer 2009 acontecer. Pra variar, sempre falta tempo e o nosso projeto é bem ambicioso. Mas não há outro jeito, então, temos que trabalhar bastante e ver como as coisas acontecem.

 

RS) Deixem uma mensagem para as próximas bandas participantes do Rock Start e para o público:

BH) É uma baita oportunidade de fazer um grande show. A estrutura tá pronta, basta a banda se mobilizar para levar o seu público e apresentar um trabalho de qualidade. Esse é um espaço raro e importante para as bandas autorais; portanto, devemos assumir o compromisso de ajudar a levar o Projeto adiante, sejamos ou não a próxima banda na fila da quinta-feira.

Entrevista GABRIEL VON BRIXEN

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ROCK START) Como foi teu show no Rock Start, Gabriel?

GABRIEL VON BRIXEN) Cara, o show foi do caralho, eu pude pela primeira vez mostrar esse meu trabalho próprio, num bar bonito, com clima de rock. Vi que quem tava por ali vendo o show tava curtindo o ambiente e o som que a gente tava fazendo. Pra mim foi um marco importante, pois me deu mais pique pra tocar esse barco pra frente, compor mais e gravar um CD de estúdio assim que eu puder. A banda quebrou tudo, foi muito bom poder tocar com músicos competentes – o batera, Daniel Fontoura e o Bruno Vargas no baixo. Ensaiamos uma semana antes do show e eles mandaram muito bem!

 

RS) O que achaste do projeto Rock Start (idéia, estrutura, organização, material de divulgação, etc.)?

GVB) Acho excelente. Essa idéia de colocar o trabalho das boas bandas independentes do sul, isso é ótimo. As pessoas que gostam de rock, e procuram por algo novo e inédito, agora têm onde ir: toda quinta-feira, tem o projeto Rock Start no Revolution. Acho que as pessoas aqui no Sul são um pouco desunidas, tanto pelo gaúcho em si como pelas bandas mesmo, amigos das bandas. Se tivéssemos mais propaganda no “boca-a-boca” isso teria bem mais retorno do público. As bandas têm que chamar outras bandas pra conhecer o projeto, como se fosse um programa certo de quinta à noite. O projeto é sério, bem organizado, tem pessoas responsáveis trabalhando na produção, material de internet que tá sempre com novidades, o espaço do Rock Start na Stoned Discos pras bandas… tudo mostra que ninguém tá brincando aqui de fazer som – é trabalho mesmo das bandas, que vão lá pra mostrar suas composições próprias, cada uma com seu estilo e pegada.

 

RS) Quais teus próximos projetos (shows, gravações, etc.)?

GVB) Eu agora pretendo tocar mais, acho que a banda tá legal, mas precisamos tocar em outros lugares, aparecer mais pra, aos poucos, nos tornarmos mais familiares aqui por Porto Alegre. E quanto mais fizermos isso, um show mais concreto e solto a gente vai ter, vamos poder pensar mais em performances e cada um vai estar mais livre na forma de tocar as músicas. Pretendo também gravar um CD de estúdio em breve, assim que der.

 

RS) Deixe uma mensagem para as próximas bandas participantes do Rock Start e para o público:

GVB) Bandas, divulguem seus shows direitinho, pra amigos que curtem rock, contem do projeto, mostrem como funciona, façam autopropaganda de vocês pro mailing de todos da banda, digam pros amigos encaminhar esse e-mail pra outros amigos da lista… enfim, banda independente tem que fazer tudo sozinha no início, não adianta! Comentem sobre o bar, lá foi tudo reformado, tá bacana, dá pra jantar, beber, ser bem atendido, e ainda tem 2 shows bacanas pra assistir. Tem gente que pensa que só porque era a Crocco antes, o bar é o mesmo clima. Mas não: agora não é mais “underground”, tem muita gente que pensa que é isso e de repente não vai porque não gosta desse tipo de ambiente. Em se tratando de público, tem que frisar isso. Caprichem no show, caprichem nas demos que o pessoal vai escutar no MySpace, isso aí influencia muito mesmo. É isso aí! Quebrem tudo no show, mostrem que vocês merecem estar ali em cima do palco porque fazem um som foda! Essa é a música de vocês e querem conquistar o seu espaço! Abraço e muito rock a todos!

Entrevista banda SENTIDO INVERSO

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ROCK START) Como foi o show da SENTIDO INVERSO no Rock Start?

SENTIDO INVERSO) O show foi muito bom. Devido ao objetivo do projeto Rock Start, demos preferência ao repertório do CD independente que lançamos ano passado, mas também incluímos covers de bandas cuja sonoridade tem a ver com nossa pegada ao vivo, como Pearl Jam, Placebo e Kings Of Leon. E queríamos agradecer ao Felipe da banda Alpha 2, que é um baixista muito competente e que nos ajudou nesta apresentação.

 

RS) O que a banda achou do projeto Rock Start (idéia, estrutura, organização, material de divulgação, etc.)?

SI) A iniciativa do projeto Rock Start é muito bem-vinda! São realmente raras as oportunidades que as bandas independentes tem de apresentar seu trabalho próprio e o Rock Star tem possibilitado essa chance, oferecendo uma ótima estrutura que vai desde a divulgação na internet e flyers, ao bar escolhido para ocorrerem os shows. A organização dos eventos também tem sido impecável. Todos os envolvidos estão de parabéns!

 

RS) Quais os próximos projetos da SENTIDO INVERSO (shows, gravações, etc.)?

SI) Estamos terminando de produzir nosso primeiro videoclipe e deve ser lançado em julho agora. Convidamos o Denny Chang, que já trabalhou com o Léo Henkin, do Papas da Língua, para produzir o clipe da banda e a música escolhida foi Saída. O roteiro foi idéia do próprio Denny e as filmagens ocorreram no litoral gaúcho em abril. Mais para o final do ano, estamos montando um novo repertório de músicas próprias, um trabalho bem diferente do nosso primeiro CD e que deve ser lançado num “EP virtual”, ou seja, o pessoal vai poder baixar gratuitamente no site oficial da Sentido Inverso.

 

RS) Deixem uma mensagem para as próximas bandas participantes do Rock Start e para o público:

SI) O recado é: aproveitem bem essa oportunidade. Não deixem de divulgar bastante entre os amigos, ou pela internet, porque sabemos da dificuldade que é conseguir um espaço assim para se apresentar trabalho autoral. E um bom retorno de público e de apoio das bandas é a melhor maneira de manter o Rock Start!